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jQuery para uso diário – O que vocês querem ver ?
Olá pessoal, tudo blz ?
Minha idéia é a seguinte:
Vou deixar esse post para vocês possam dizer o que vocês querem, exemplos, de como pode se usar jQuery.
Coisas do tipo, quero ver um pop-up igual ao do site tal ou o efeito igual al site do fulano, na medida do possivel eu faço o tutorial e coloco aqui.
Só espero que essa idéia de certo.
vlw galera, abs – Rafael
jQuery e suas mágicas para uso diário
Bom pessoal, acho que já deu para perceber como eu gosto de jQuery, então vou mostrar como fiz um brincadeira simples e útil.
Quem nunca necessitou de mostrar um descrição de um campo em um formulário, como a imagem abaixo, então vou dar um exemplo que não levou mais de cinco minutos e ficou muito fácil de usar.
A um bom tempo eu faço meus formulários com listas (é UL e LI mesmo) seguindo o seguinte modelo:
Bom, para conseguir a descrição tive que adicionar um pequeno item no html, que assim tenhamos lugar para colocar a descrição do campo, então a nova estrutura ficou assim:
Bom, mas como nem só de Html é feito o mundo, abaixo segue o css, mas prestem atenção a um fato, o position está colocado como absolute e esse é um detalhe muito importante, é por essa fato que quando colocamos o margin-left a descrição fica ao lado da caixa de texto, e por cima do conteúdo da direita se houver.
Vamos agora para o código do jQuery, vou explicar com muitos detalhes, para que nada passe em branco.
Vamos lá, é bom se acostumar com o fato de jQuery trabalhar com funções como parâmetro, é estranho no começo. Vamos a explicação:
- A linha 1 serve para que esse código seja carregado sempre quando uma página inicia sua execução, por isso o parâmetro para o jQuery é document.
- Na linha 3 é usado um parâmetro usando uma notação CSS que diz o seguinte. Para cada LI, que está dentro de cada UL com o atributo classe com valor igual a formulario.
- Ainda na linha é usado uma função chamada EACH, que vai executar o trecho de código dentro dela, para cara item encontrado, baseada na expressão CSS.
- Na linha 5, estamos definindo que no mouse ouver vai acontecer algo.
- Na linha 6, estamos buscando algum elemento que tenha a CLASSE igual a DESCRIPTION, e estamos exibindo esse elemento.
- nas linhas 8 e 9 estamos dando continuidade ao comportamento, definindo que no MOUSEOUT o elemento que a CLASSE igual a DESCRIPTION vai ficar escondido.
Bom pessoal, acho que dessa fez foi um artigo grande… rsrsrs
Espero o retorno de vocês, se gostarem prometo que escrevo mais sobre jQuery e suas mágicas para uso diário.
até depois, Rafael Martins.
JQuery e suas mágicas
Bom pessoal, faz muito tempo que não escrevo, e desta vez não vou ficar dizendo que vou voltar a escrever… eu já disse isso algumas vezes e não consigo manter a promessa. Mas decidi seguir a risca o nome do blog, quando eu criei esse nome, não imaginei o impacto que teria, já que a principio o blog era para falar de mono e desenvolvimento web, mas muita coisa aconteceu, eu passei a usar Ruby e Rails, e últimamente tenho trabalhado bastante com JQuery, e como o nome do blog é “Coisas Comuns”, essas coisas comuns devem se remetar ao meu dia a dia como desenvolvedor, então vamos a um artigo sobre JQuery.
Bom, eu nunca gostei muito de javascript… ainda mais quando tinha que escrever tudo na mão, comecei a conhecer algumas bibliotecas, como Prototype, mas juro que a mesma não me agradou muito, então um dia eu esbarrei com JQuery, e quando eu vi que sua sintax é baseada em CSS eu fiquei louco, acho melhor explicar como funciona primeiro…
Vamos a um exemplo simples.
$(‘#texto’).click(function(){ alert(‘vc clicou no texto’) });
Nesse simples exemplo, estamos adicionando um comportamento ao click de TODOS os elementos que tenham o ID igual a ‘texto’, algo muito importante aqui é o TODOS, tudo bem, eu sei que ninguém vai colocar o mesmo ID em mais de um elemento HTML, mas o exemplo foi feito assim de propósito… ai alguém pergunta.
Eu posso então usar uma classe ?
Sim, vc pode, e ai está a mágica… você pode definir o comportamento do elemento pela rica sintax do CSS, pode adicionar comportamento padrão por classe e muito mais, fora a quantidade de efeitos já prontos e plugins.
Bom pessoal fica ai a dica, depois eu volto explicando melhor e com alguns exemplos.
abs – Rafael
Volta aos trabalhos, VOIP + Mono + Ruby on Rails = Muito trabalho (Rafael feliz).
Olá pessoal, sei que de vez em quando eu dou uma sumida…rsrsrs
Mas esse ano tenhos alguns projetos muitos bons… um vai ser o CriandoRpg, um site para divulgação de conteúdo criado por rpgistas, esse projeto vai ser feito em parceria junto com o Phil (meu sócio) dono dos blogs Dados Limpos e Mundo Voip, nós temos também um outro projeto que vai ser curso online de Asterisk.
Bom pessoal, essas são as perspectivas web, e para web minha escolha é Ruby On Rails, mas se vocês acham que eu esqueci o Mono ????, claro que não, o Mono esta no meu coração, e dessa fez eu juro que vou voltar a escrever sobre ele, mas dessa vez vou terminar tutorial sobre Mono, fazendo um aplicativo desktop, porem não vou falar somente em como fazer as coisas em Mono, mas também sobre padrões de projetos e tudo mais.
Além disso vou fazer minha monografia sobre absorção de conhecimento baseado em redes neurais, baseado em miotonia (uma problema genético em cabras)… mas essa é uma outra história e fica para outro post.
E também estou investindo em outro tipo de negócio… quando o site ficar pronto eu venho valar sobre ele.
uffaaaaa….
Pessoal é isso por enquanto (não esqueçam que eu ainda trabalho em uma empresa).. muita coisa, um ano de muita luta e vamos ter muitas vitórias.
[]’s Rafael Martins
A velocidade Rails (mas nunca esqueça do ruby)
Bom pessoal, todos sabem que tenho me apaixonado por ruby on rails, mas eu só tinha desenvolvido dois pequenos projetos, e tive que desenvolver um projeto maior dessa vez, e passei mei primeiro dia desenvolvendo somente em rails.
E o que eu posso falar sobre isso é…. não é atoa que estão copiando rails, vou dar um exemplo que mostrei para o meu sócio, o phil (para saber mais sobre ele é só vc ler Mundo Voip e Dados Limpos)
Abaixo codigo no aspx
————————————
<asp:DropDownList id=”ddlFormaPagamento” DataValueField=”Id” DataTextField=”Descricao” runat=”server” />
————————————
Abaixo código no Aspx.cs
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ddlFormaPagamento.DataSource = FormaPagamento.find_all();
ddlFormaPagamento.DataBind();
————————————Rails:
————————————
<%= select ‘FormaPagamento’,'Id’,FormaPagamento.find(:all).collect { |forma| [forma.descricao,forma.id]}
Bom pessoal, quero deixar bem claro é que rails só consegue fazer essas coisas por causa de ruby, eu já estive analizando outros frameworks que se basearam no rails e nenhum conseguiu fazer algo de tamanha maestria.Agora é continuar estudando e aprendendo… logo logo escrevo mais pessol.
[]‘ Rafael
Semântica e Acessibilidade
Sei que estou sumido, mas de vez em quando a gente da sinal de vida.
O assunto de é hoje é novamente um assunto bem batido, mas não vamos discutir quão bom são as Web Standards e o uso delas, mas vamos pensar de uma forma diferente.
Se você tem uma equipe de mais de 50 profissionais que trabalham com web, e quando digo me refiro a todo o pessoal, os programadores e todos os profissionais que trabalham nessa área, será que vale a pena implementar padrões web?
Minha resposta e minha opinião, SIM. Sempre vale a pena, mas isso não pode ser feito do dia pra noite, toda a equipe deve ser preparada para o mesmo, pois aplicar essas simples regras definidas pelo W3C implica em uma mudança na forma de pensar, implica em usar o tempo melhor, da mesma forma como a análise de sistemas evoluiu, a análise das Web Standards devem evoluir, e hoje já temos que pensar antes de sair escrevendo.
O que não pode ocorrer é um projeto sofrer danos e atraso, pelo simples ordem de que o projeto deve ser validade pelo W3C, isso sim é uma inviabiliza um projeto, pois os navegadores interpretam um mesmo padrão de forma diferente (parece loucura, mas é assim que acontece), e ai temos que fazer umas gambiarras para que tudo possa ficar bonitinho, e ai chegamos a mais real das conclusões.
É bom migrar?
Sim, porem deve ser analisado como essa implementação vai ocorrer, e devemos acima de tudo usar o bom censo.
Abraços a todos e até a próxima.
Rafael Martins
Resolução… Qual é a sua ????
E ai galera, sei que estou sumido… que quase não escrevo, que estou devendo uma resposta ao meme que o Phill do MundoVoip me mandou, mas hj vou tratar de um assundo bem discutido… mas vamos ao assunto.
Creio que a primeira pergunta que você deve fazer é, meu público alvo usa qual resolução ?
Mesmo após essa pergunta, eu criaria um site para 1024×768, hoje eu não considero a possibilidade de de criar um site ou um sistema web em 800×600(somente criaria uma site em 800×600 se for exigência clara do cliente), pelos seguintes motivos:
Os provissionais de informática(que sempre foram as pessoas a usar a maior resolução) já estão deixando de usar 1024×768, pois os monitores estão ficando maiores. E outro ponto muito forte, é que a maioria dos computadores baratos já estão vindo configurados para 1024×768, quando não vem com monitores de 17″, mesmo que sejam comprados em 50x, as pessoas querem monitores LCD, as pessoas consomen tecnologia, mesmo quando não venham usar todo o potêncial.
Eu creio que em menos de um ano e meio o 800×600 será obsoleto para a maioria da população. Claro não podemos esquecer que ainda existem pessoas que usam resoluções de 800×600, e que no Brasil uma pessoa comun compra um computador e fica com ele por alguns anos. E também existem empresas que não investem em material tecnológico, que vão usando um computador enquanto ele funciona (já vi isso muitas vezes), mas acho que temos que vender novidades.
Valeu galera, até próxima.
Eu gostária de lembrar o seguinte, essa opinião é totalmente pessoal.
Css Contextual… será que isso morde ????
.formulario h2 {
color:#FF0000;
}
.texto_principal h2 {
color:#0000FF;
}
Você já escreveu um css contextual ???
Bom pessoal, css contextual não é só você usar um monte de Divs com várias classes, ou usando o Id do objeto para definir seu comportamento visual no navegador.
Um css contextual é quando você se utiliza as mesmas tags html para obter comportamentos visuais diferentes, dependendo do seu “Pai”, vamos a um exemplo mais prático.
quando definimos um css como o que está abaixo.
.formulario h2 {
color:#FF0000
}
.texto_principal h2 {
color:#0000FF
}
Nesse exemplo acima, estamos definindo a mesma Tag (nesse caso h2) duas vezes, e cada uma com comportamento diferentes, ai vem a pergunta mágica, como o navegar vais saber qual ele deve renderizar… e a resposta é mais simples ainda, vai depender do contexto, vai depender dentro de qual Tag o h2 vai se encontrar, vou dar um outro exemplo.
<div class="formulario" >
<h2>Título Formulário</h2>
</div>
<div class="texto_principal">
<h2> Título do Texto Principal </h2>
</div>
Bom pessoal dessa forma não necessitamos ficar escrevendo inúmeras classes para definir os comportamentos, porem teremos que pensar antes de montar uma arquitetura, pois se você tentar sair montando você vai ter muitas dores de cabeça, você deve definir sobre quais Tags e onde deve usá-las, no começo pode parecer difícil, mas é uma das coisas que você depois que aprende, que se acostuma, não consegue viver sem.
Pessoal, por hoje é isso ai, vou tentar escrever algo mais profundo sobre esse assunto depois.
abs – Rafael Martins.
Web… Web … Padrões Web.
Bom pessoal acho que sobre o que eu vou falar é um pouco batido… mas vamos ao assunto
Padrões Web
Bom pessoal para o grande problema é que o pessoal quer ferramentas que possam “agilizar” trabalho, eu hj trabalho com .net e vejo muitas pessoas que sabem usar o Visual Studio, mas quando tem que fazer uma alteração mais profunda se atrapalham… a mesma coisa com web, o pessoal se acostuma a usar uma “ferramenta” que diz aumentar a produtividade, mas quando acontece um problema mais dificil as vezes a ferramenta não consegue resolver sozinha, ou não consegue resolver da melhor maneira.
Quem estuda padrões Web sabe que pode até um pouco mais de trabalho montar um site inteiro usando padrões, Css, porem é igual a você realizar a análise de um sistema, você pode até seguir os mesmos passos, e você terá os mesmos ganhos.
Porem a minha opnião é que a maioria dos “profissionais” não gosta de estudar e pensar, como eu já escutei várias vezes “Se funciona está bom”, “Eu não vou mais tocar nisso mesmo” entre outras frases, porem depois que você aprende como fazer direito você não vive mais sem, pois até a forma de pensar você verifica que é mais simples, mas para isso você tem que estudar, e digo até mais, deixar de usar ferramentas que façam o trabalho para você, as ferramentas devem auxiliar o seu trabalho, devem te ajudar a ser mais rápido, mas não fazer o trabalho para você.
Bom pessoal, o que eu tenho a dizer para vocês é.
O Conhecimento adquirido nunca pode ser roubado, é ele que nos qualifica como profissionais, é a capacidade de resolver problemas que nos fazem melhores, só que algumas das vezes para resolver problemas temos que estudar…. e muito.
abraços a todos e até a próxima – Rafael Martins.
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